Pará


"Para começar os relatos da série, nada melhor que mostrar um pouco do que pode ser visto quando fazemos uso da navegação, que é notadamente o principal meio de locomoção dos amazônidas, ou, mais especificamente, quando viajamos com destino à ilha de Cotijuba. Para tanto, é necessário embarcar geralmente em pequenos barcos - que, em sua maioria, são chamados popularmente de “pô-pô-pôs”, no Trapiche de Icoaraci, um distrito de Belém...." Para continuar lendo, acesse a publicação completa clicando aqui




"Ao desembarcar na ilha, a impressão inicial é de se estar em um local pitoresco, parado no tempo. Caminhando pelo trapiche, as árvores altas se destacam, mas, à frente, o que mais chama a atenção é uma curiosa construção em ruínas, que é a primeira feita em alvenaria que vemos desde que saímos de Icoaraci. Nela funcionava o antigo Educandário Nogueira de Faria, que em um primeiro momento me fez pensar que fosse uma simples instituição de ensino, mas logo me foi dito que era, na verdade, um local construído para abrigar menores infratores nos anos 30 e que serviu, também, como prisão para presos políticos durante o regime militar..." Para continuar lendo, acesse a publicação completa clicando aqui






"Mesmo no litoral, alguns locais só podem ser acessados fazendo uso do que o paraense mais está acostumado: a navegação. Para chegar à ilha de Maiandeua - que pertence ao município de Maracanã - e, consequentemente, à vila de Algodoal, é necessário embarcar em pequenos barcos, que no Pará geralmente são chamados de "Pô-pô-pôs", no porto de Marudá, que é um distrito - com cara de cidade - que está localizado no município de Marapinim. Para chegar até lá, a partir de Belém, não é muito complicado..." Para continuar lendo, acesse a publicação completa clicando aqui







"Todas as ruas da vila do Algodoal são de terra, o que ajuda a dar ao lugar a ideia de um local rústico. E nelas, a única preocupação que tem que ter é com as charretes, já que veículos motorizados são proibidos. A infraestrutura no geral também é simples. Além das casas de moradores que vivem da pesca, do turismo ou de serviços, podem ser encontradas algumas casas de veraneio e várias pousadas, sendo a maioria delas rústicas, ideais para quem busca simplicidade..." Para continuar lendo, acesse a publicação completa clicando aqui






"O melhor da praia do Farol só pode ser visto se a pessoa tiver sorte (como felizmente eu tive). Logo após o Furo Velho, próximo ao que seria a sua "foz", centenas de aves se aglomeravam descansando ou voando, em revoada, através da praia, proporcionando assistir a um dos mais belos espetáculos da natureza. Foi possível observar a presença de algumas espécies, como Talha-mar e Maçarico-de-bico-torto, que aparentemente conviviam pacificamente, inclusive enquanto voavam. Além de registrá-las, a melhor experiência é a de estar cercado pelos belos pássaros enquanto voam. Momento para jamais esquecer..." Para continuar lendo, acesse a publicação completa clicando aqui





"Detalhes acertados, iniciamos o passeio, a princípio tranquilo, pelas águas da baía de Marapanim. De início, já é possível observar algumas aves que habitam aquela região. Mergulhões, Maçaricos-de-bico-torto, garças-brancas-pequenas e Martins-pescadores-grandes são vistos na margem ou acima de troncos secos e dos currais montados para a captura de peixes. E é justamente nesse trecho, que é mais tranquilo, que os golfinhos costumam aparecer, já que por ali buscam alimento. Mas ainda não haviam aparecido..." Para continuar lendo, acesse a publicação completa clicando aqui


2 comentários:

  1. Show, show. As postagens com belezas naturais do estado do Pará encantam nossos leitores e enchem de orgulho os filhos parauaras....Valeu!

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    1. Fico contente que tenha gostado, Icaro! :)

      Abraços!

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